As vendas pela internet e segurança durante o período do Natal foram o assunto de mais destaque na campanha global que reúne 21 países, incluindo o Brasil, coordenada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A ideia é trazer mais informação aos consumidores durante o período de compras que é bastante preterido pelos consumidores no final do ano. No Brasil, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), com o apoio do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), fará todo o trabalho de orientação e fiscalização de produtos vendidos por meio on-line.

Desde 2017 que a categoria de brinquedos continua sendo líder entre as várias opções existentes nos marketplaces (mercados). Todas as medidas levantadas tem como objetivo apontar produtos que estão em bom estado e excluir dos meios comerciais aqueles que estão em baixa qualidade.

No caso dos brinquedos, o consumidor deve verificar a presença de faixa etária indicada, apropriada para a idade da criança e a presença da certificação. Assim como o selo de verificação para funcionamento de eletrodomésticos.

Vendas pela internet e Inflação

A inflação em outubro virou assunto mais uma vez. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,59% em outubro, após apresentar deflação de 0,68% em julho, 0,36% em agosto e 0,29% em setembro. 

Grupos de itens como os de alimentos e vestuários cresceram quase 2% e esse número poderá crescer até dezembro. Entre os alimentos, a alta foi puxada pela alimentação no domicílio, que ficou 0,80% mais cara, com forte influência do aumento do preço da batata-inglesa (23,36%) e do tomate (17,63%). O IBGE também registrou alta na cebola (9,31%) e nas frutas (3,56%).

As vendas no comércio em setembro superaram as expectativas em 1,1%, o que também superou os números no mesmo período do ano passado. Esses dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), que foram divulgados nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Para se ter uma ideia, nos setores de jornais, livros e revistas tiveram crescimentos de 2,5%; equipamentos para escritórios 1,7% e produtos alimentícios 1,2%.