O dólar subiu mais uma vez e atingiu a barreira de R$ 4,91 o que corresponde ao maior valor das últimas três semanas e mais uma vez a bolsa de valores teve queda pela quinta vez, estando menor quando comparado com os últimos 20 dias.

O dólar comercial começou a ser vendido a R$ 4,916 com alta de R$ 0,026. A moeda estadunidense sofreu alterações durante o dia tendo a mínima em R$ 4,86 devido às influência do mercado externo.

Desde o dia 19 de maio que a moeda não sai do valor de R$ 4,91 com alta para 3,43% em junho. Desde janeiro de 2022 que o dólar teve queda de 11,84% e até o presente momento o valor tende a cair mais.

As crises entre Rússia com o Ocidente tem causado inflação, fome e aumento de preços em alguns países, inclusive no Brasil. A crise no Petróleo tem afetado o bolso das pessoas que estão pagando mais caro devido a valorização e a “torneira fechada” por Putin, presidente russo, contra a Europa e EUA.

No início de maio passado o dólar subiu devido a volatilidade estacionando em R$ 4,94. Com isso, a moeda americana fechou aquela semana tendo valorização em 2,84% e no mês de abril em 3,85%, mas quando comparado com os quatro primeiros meses do ano, teve queda em 11,34%.

Está previsto para esta sexta-feira (10), os novos índices de inflação que os EUA vão apresentar e é considerado o maior dos últimos 40 anos. Devido a isso, deve ocorrer uma variação de juros em todo o planeta, afetando também o Brasil que é um dos principais aliados dos americanos.

Brasil e Mundo

A comunidade internacional vem sofrendo com a guerra entre Ucrânia e Rússia na Europa. Dessa forma, a inflação em vários países, inclusive no Brasil, alta no desemprego e produtos básicos em supermercados superfaturados estão sendo afetados diretamente. O número atualizado de brasileiros sem emprego voltou a crescer depois de ter tido uma queda significativa, estacionando em 11,9 milhões de pessoas.